sábado, 30 de abril de 2011

Mesmo?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A culpa é sempre dos neurotransmissores..

http://www.spq.pt/boletim/docs/boletimSPQ_100_047_28.pdf

domingo, 24 de abril de 2011

E viva a bipolaridade -.-

sábado, 9 de abril de 2011

The Real Deal!


Já todos nós sentimos o mundo parar, ainda que por alguns segundos só… quando numa multidão de rostos comuns, há um bem distinto que chega devagarinho, sorrindo, abre os braços e nos envolve bem no meio seu peito, fazendo-nos esquecer onde estamos, quem nos observa ou sequer o que essa gente possa pensar. Apenas um conforto enorme nos invade e alenta, um iluminar interior que por mais palavras que existam, ainda assim não o tornam passível de descrição. E ficamos ali…o mundo fica mudo, somente o som de um suspiro profundo e uma respiração quente, afagada, próxima do ouvido se fazem sentir. Não há mais nada, não há mais ninguém… de repente é como nos filmes do cinema, onde tudo é perfeito e nada parece poder correr mal… é pena que não dure para sempre, é pena que na realidade sentimos que nunca ou quase nunca acaba bem… mas ainda assim, não é tudo isto relativo?

Num determinado momento da nossa vida, podemos ver a pior catástrofe de sempre atravessar-se no nosso caminho, como uma pata gigante de elefante que nos passa por cima e deixa esmagados no chão como de um simples pedaço de plasticina se tratasse. O tempo passa e a plasticina pode ser moldada em mil e uma novas formas, coloridas e cheias de vida, e o que antes era um ogre feio e mau 'que come meninos ao pequeno-almoço', pode tornar-se numa pequena formiga que nós faz uma ou outra coceguita na barriga... até que já nem se sente. E sim, ao longo da vida vamos ser atropelados por elefantes, tractores, camiões, gigantes e tantas outras coisas…importa não esquecer que as vezes somos nós que estamos ao volante e também atropelamos alguém. E que se as lagartixas e as estrelas do mar regeneram quando lhe cortam o rabo ou uma pata, nós também o podemos fazer, basta ter força e querer, querer muito!

Let’s reborn, let's rise and shine! let’s believe in possibility, Let’s make this a better world!

Eu sei que é fácil falar, mas até eu, um peixinho que um dia virou sushi, estou a tentar acreditar que quando uma porta se fecha, uma outra janela se abrirá e deixará entrar os raios do sol de primavera e a sua brisa a poesia! Verdade seja dita, estou farta de prosa ressabiada!

Não há garantias do que pode acontecer, do que posso dar ao mundo e do que ele me pode dar a mim, mas de uma coisa posso ter a certeza, só quando estamos dispostos a tentar e escolhemos um dos caminhos da encruzilhada, sabemos onde ele irá ter, caso contrário é tudo uma questão de jogo de probabilidades que se ficam pela teoria.

Let’s get real!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Mundo Perdido


Teimosia inquieta de um simples lápis de carvão,
Vai traçando faces a uma velocidade alucinante,
Faces que caminham em traços de desespero,
Frustração, tristeza, mágoa, e dor lacerante,
Que corta e despedaça a alma do ser mais belo

Solidão que fura com as suas garras afiadas,
Se agarra e metastiza velozmente,
A cada ínfima célula que nos compõe,
Que não nos mata mas moí,
Nos apaga e faz ficar dementes.

Desinteressados no que nos rodeia,
Estado comatoso consciente,
Vazio de emoção,
Desprovido de cor,
Fruto condenado, sem semente.

É difícil ver alguém sorrir,
E isso entristece-me a alma,
Para onde foi a felicidade, o amor,
O valor das pequenas coisas boas,
A sintonia dos 5 sentidos?

Para onde caminha este Mundo perdido?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Adeus Primavera!



Já não és A agulha do palheiro,
Somente uma palha entre tantos fardos
Não há spike, strike ou bullzai,
Porque nem sequer há bola, alvo ou dardos!

Já não há banquetes de emoções,
Apenas dieta a pão e água,
Não há óasis, contos de fadas ou heroís,
Porque não há sonhos quando estou acordada;

Foram-se as flores e verdes prados,
Veio o frio e a neve,
Adeus borboletas dos ventres e formigas
Até qualquer dia!